terça-feira, 23 de setembro de 2008

RIA SE PUDER

terça-feira, 19 de agosto de 2008

CAVALGADA DA 38ª EXPOAGRO DE GOIATUBA JULHO/2008


FOTOS DA NOSSA CIDADE - LAGO DOS BURITIS







NOTICIAS 2008

GOIATUBA
Data: 25/03/08

Câmara Municipal de Goiatuba
BALANÇO DE PROJETOS DE LEI APROVADOS PELO LEGISLATIVO

Orçamento Geral de 2008 Foi aprovado o Projeto de Lei nº 2.018/07, de agosto de 2007 que estima a Receita e fixa a Despesa do município de Goiatuba para o exercício financeiro de 2008. O referido orçamento geral de Goiatuba estimou a Receita e fixou a Despesa em R$ 64 milhões, assim distribuídos:
Despesas por órgãos do GovernoPoder Legislativo R$ 3.600.000,00
Poder Executivo R$ 60.400.000,00
Total R$ 64.000.000,00
Despesas discriminadas por unidades orçamentais
01 – Câmara Municipal R$ 3.600.000,00
02 - Secretaria Adm. Planejamento R$ 7.491.000,00
03 – Secretaria da Agricultura R$ 1.167.000,00
04 – Setor de Comunicações R$ 15.000,00
05 – Sec. Mul. Educação e cultura R$ 6.929.000,00
06 – Sec. Mul. de Esporte e Lazer R$ 628.000,00
07 – Secretaria de Obras R$ 4.854.000,00
08 – Sec. Serviços Urbanos R$ 4.447.000,00
09 – Sec. Saúde e Saneamento R$ 1.900.000,00
10 – Sec. Meio Ambiente R$ 657.000,00
11 – Sec. Bem Estar Social R$ 3.109.000,00
12 – Sec. Planejamento Dês. Sócio Econômico R$ 220.000,0013 –
Sec. Especial de Patrimônio Familiar R$ 97.000,00
14 – FESG R$ 6.000.000,00
15 – FMS R$ 11.000.000,00
16 – FMDCA R$ 70.000,00
17 – FUNDEF R$ 6.000.000,00
18 – FMMA R$ 80.000,00
19 – FM. educação R$ 3.000,00
20 – IAG R$ 1.200.000,00
21 – Goiatuba Prev R$ 2.700.000,00
22 – FMAS R$ 1.000.000,00
23 – SMT R$ 193.000,00
24 – Reserva contingência R$ 640.000,00

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Auditório da Universidade Católica - mais de 90 municípios representados


Cursos e Palestras promovidos pela
Secretaria das Cidades

As viagens tem seus contratempos...


Pé na estrada...
Todo mundo sorrindo...

Grupo de Trabalho Comunitário - GTCcomunitário


Pose pra foto - Universidade Católica
Florêncio
Lucineide
Waldir
Anselmo
Joana D'arc
Odair
Simone
Gilberto
Sebastião Wilson
Wolney

Oficinas de Capacitação para elaboração do Plano Diretor


Pausinha para o café...

Viagens à Goiânia para as oficinas de Capacitação


Gtcomunitário (Grupo de Trabalho Comunitário)
e Equipe Técnica

GALERIA DOS PREFEITOS DE GOIATUBA DE 1931 A 2008


Marcelo Vercesi Coelho - 2005/2008


Godofredo Jerônimo da Silva - 2000/2004


Hermes Traldi Neto - 1997/2000


Jairo Borges de Oliveira - 1993/1996


Dr. Ayrton Sebastião Alla - 1989/1992


Jairo Borges de Oliveira - 1983/1988


Ronaldo Vieira dos Santos - 1976/1983


Clovis Rodrigo do Valle - 1972/1976


Sebastião Vicente Rosa - 1969/1972


Divino Garcia Rosa - 1966/1969


Dr. Ayrton Sebastião Alla - 1966


Dr. Joaquim Rosendo P. Filho - 1960/1965


Francisco Evaristo de Oliveira - 1958/1960


José Martins de Paula - 1957/1958


Antônio R. de Freitas - 1955/1957


José Maria Filho - 1955/1955


Francisco Evaristo de Oliveira - 1948/1951


Joaquim José de Barros - 1947/1948


Antônio Faria - 1946/1947


Hélio Araújo - 1945/1946


Orlando borges Junior - 1941-1945


Glicério Cunha - 1939/1941


Durval Pereira - 1938/39


Joaquim de Sousa Filho - 1933


João Garcia Rosa - 1931


Francisco Evaristo de Oliveira - 1931



















quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Resumo Histórico de Goiatuba - Arquivo do Plano Diretor


O surgimento de Goiatuba se deu com a passagem dos bandeirantes vindos de São Paulo, em direção ao oeste brasileiro, em busca de ouro e outras pedras preciosas, na época muito abundantes nos sertões (1673).

O período em que remonta à primeira metade do século XIX, isto na transição da economia mineradora para a gropecuária. Da rota dos bandeirantes, originou-se o caminho dos tropeiros, o pouso das Bananeiras.

Pouso das Bananeiras, nome batizado pelos próprios tropeiros.
Posteriormente, São Sebastião do Pouso Alegre; São Sebastião das Bananeiras; Bananeiras Por fim, Goiatuba.

Por nossa região encontrava-se o traçado, caminho mais curto. Uma rota alternativa que cruzando o rio Paranaíba no Porto do Major Camilo ou (Porto do Cahidor), em Santa Rita do Paranaíba.
Rota daqueles que saiam principalmente dos pólos mais desenvolvidos e desbravavam os confins dos sertões. Caminhos conhecidos e usados principalmente pelos tropeiros, que contribuíram significativamente para o desenvolvimento da nossa região.
Deslocavam com suas tropas da região litorânea em direção a região central e vice-verso, afim de transportarem alimentos e outros tipos de produtos. Dando origem ao comércio, principalmente, entre Goiás, Minas e São Paulo.

As sub divisões das sesmarias vão acontecendo naturalmente e surgindo menores glebas de terras com suas denominações e concomitantemente, as primeiras fazendas de gado, cana de açúcar, lavouras de arroz, milho, café, feijão, e outros cultivares.

1860, pessoas vindas de outras localidades, principalmente de Minas Gerais e São Paulo, tomaram posse de terras para a agricultura e criação de gado. Os pioneiros, chegaram e aqui se fixaram.

Em 1892, Manuel Vicente Rosa, Manoel Bernardo da Costa e Cândido Luiz de Castilho doaram uma gleba de terras, donativo no valor de 59$000,000 (cinqüenta e nove mil réis), destinada à São Sebastião para a formação do povoado.

Os núcleos de negócios
Nos povoamentos, também conhecidos como patrimônios, estavam ligados ao desejo dos fazendeiros em valorizar suas terras, doando parte delas a um Santo ou Santa.
Imediatamente após a doação iniciavam-se ali serviços e fastas religiosas, construía-se uma capela, surgia um pequeno comércio, algumas casas e assim paulatinamente até consolidar o povoado, que num futuro passaria a município.

Devido a existência do Pouso das Bananeiras, passa a partir dessa data à São Sebastião das Bananeiras, localizado à margem direita do córrego Bananeiras, afluente do Santa Maria.
No mesmo ano, Manoel Vicente Rosa fez celebrar a primeira missa, num rancho de palha, onde mais tarde foi construída uma capela. Com a aglomeração de casas em volta da capela, foi formado o povoado.

Com a construção da capela, diversas casas vão surgindo nas suas imediações, ficou definitivamente criada a Villa de Bananeiras.
1.900 – Povoado de São Sebastião das Bananeiras já bem desenvolvido passa a pertencer à Santa Rita do Paranaíba (Itumbiara) e é elevado a categoria de Distrito.
1.919, pela Lei Estadual nº 634 de 12 de junho voltou a pertencer ao município de Morrinhos.
1.920 – O Povoado possuía três ruas, sendo elas: rua de baixo, rua de cima e rua do meio. A população era servida por um rego d’água que era administrado por um fiscal do distrito. Foi nessa época (1.920), que apareceu por aqui o andarilho Manoel Gabinatti que daria o nome de Goiatuba a nossa cidade. Nesse período a vila era conhecida como: Distrito de Bananeiras e era subordinado ao termo de Morrinhos.

1.928 – Era Joaquim Cândido Marques (subintendente), quando foi realizado o primeiro alinhamento e medição das ruas por Eduardo Mendes, serviço que custou aos cofres públicos o valor de 250$000 (duzentos e cinqüenta contos de réis).
1.931 - 21 de janeiro, quando pelo Decreto 627, foi elevado a categoria de município, conservando a denominação de Bananeiras.

1.932 – Para facilitar a administração municipal, o prefeito Francisco Evaristo de Oliveira, baixado em 10 de janeiro o Decreto Municipal nº 17 denominando assim as ruas da vila; do nascente para o poente: indicada pelos nº pares – 2, 4, 6, 8 e 10; do sul para o norte: indicadas pelos nº impares – 1, 3, 5, 7, 9 e 11.

“Esse lugar não pode mais ser esquecido. Assim ficaram marcados os desígnios de uma futura e próspera cidade”. nEmergida da Rota dos Bandeirantes; Transformado em um dos Caminhos das Minas dos Goyazes ou Estrada Real;

1.937- Euzébio Gomes de Melo, apresenta a 1º planta da Vila, em abril, podendo ser aforadas as datas/lotes (L275P6). Nesse mesmo ano, discute-se a mudança do nome, entre outros sugeridos, o próprio nome de Goiatuba, tanto recomendado por Gabinate.
1.938 – 31 de outubro, Bananeiras passa a denominar-se Goiatuba. Uma homenagem ao Estado de Goyás.
GWA YÁ TIBA ou GWAYÁTUBA = Muitos indivíduos da mesma raça. Em 1.938 Haviam as seguintes unidades escolares: a) Grupo Escolar da Villa de Bananeiras – 250 alunos b) Escola Rural de Bom Jesus – 31 alunos c) Escola Rural da Faz. Bananeiras – 44 alunos d) Escola Rural da Faz. Lajinha – 31 alunos e) Escola Rural São Vicente – 30 alunos

1.947 – Em 20 de julho, o termo de Goiatuba foi elevado a Comarca.

1948 – Instalada a Comarca em 8 de março, desvinculando-se de Buriti Alegre-Go.
1.950 – “A cidade possui 14 ruas já bem cheias de casas e muitas outras em formação, com um traçado em quadras bem regulares, em linhas retas. Ruas bem alinhadas, espaçosas, praças bem feitas. Das 14 ruas, 11 eram iluminadas à luz elétrica. Das residências contidas, 145 já eram beneficiadas com a iluminação elétrica.

O município de Goiatuba pertence à microrregião do Meia Ponte, localizada no Sul do Estado de Goiás, tendo por municípios limítrofes: Bom Jesus, Joviânia, Morrinhos, Buriti Alegre, Itumbiara, Porteirão, Vicentinópolis, Panamá e Castelândia.
Com população estimada em 31.101 mil habitantes ( IBGE senso do ano 2.000). Localiza-se entre os paralelos 17º 46' 48" de latitude sul e os meridianos 49 10' 00" e 50º 18' 00" de longitude oeste. A sede do município localiza-se a 18º 00' 48" de latitude sul por 49º 21' 30" longitude oeste, a uma altitude média de 783 metros acima do nível do mar.

A altitude do município varia entre 400 a 850 metros, com uma altitude média de 485 metros acima do nível do mar.
Distante 173 km da capital de Goiás.
A geologia do município é formada por estruturas do pré-cambriano representado pelo complexo goiano. A formação da Serra Geral cobre a maior parte do município.
Autor: Wolney Divino Tavares - Movimento Terra Jóia

ENTREGA DO PLANO DIRETOR DE GOIATUBA NA SECRETARIA DAS CIDADES EM GOIÂNIA DIA 07/08/2008


Florêncio Salgado, Sebastião Wilson, Gilberto Lemes, Priscila Cavalcanti e Wolney Tavares - Secretaria das Cidades


Gilberto Lemes e Silmara Vieira (Ex Superintendente de Programas Urbanos, hoje Presidente da AGEHAB/GO) entregando o Plano Diretor.


Silmara Vieira da Silva - Superintendente de Programas Urbanos da Secretaria das Cidades autografando uma cópia do Plano Diretor para o Gilberto